Quando os Deuses se Reuniram
Em certa ocasião, os Deuses se reuniram e decidiram criar o homem e a mulher. Planejaram faze-los a sua imagem e semelhança.
Entao, um deles disse:
- Esperem, se vamos faze-los a nossa imagem e semelhança, vao ter um corpo igual ao nosso, forca e inteligência igual a nossa. Devemos pensar em algo que os
diferencie de nos mesmos, porque senão, estaríamos criando novos deuses. Devemos tirar-lhes algo. Mas, o que lhes tiramos?
Depois de muito pensar, um deles disse: " Ha, ja sei! vamos tirar-lhes a felicidade, mas o problema vai ser onde esconde-la para que nao a encontrem jamais.
O primeiro propôs: vamos esconde-la no pico da montanha mais alta do mundo, ao que imediatamente contestou outro: nao te lembras que lhes damos forca,
alguma vez algum subira e a encontrara, e se a encontra um, todos saberão onde esta.
Logo propôs outro: entao vamos enconde-la no fundo do mar, e outro contestou, nao, recorda que lhes damos inteligência, alguma vez alguém construira um
equipamento pelo qual possam entrar e mergulhar ao fundo, entao a encontrarão.
O outro disse: enscondamos em um planeta distante da Terra. E lhe disseram que nao, algum dia alguém construíra uma nave espacial na qual possa
viajar a otro planeta e a descobrirao, entao todos terao felicidade e serao igual a nos.
O ultimo deles, era um Deus que havia permanecido em silencio escutando atentamente a cada uma das propostas dos demais deuses.
Analizou cada uma delas e entao rompeu o silencio e disse: creio saber aonde coloca-la para que realmente nunca a encontrem, todos se viraram para ele e lhe perguntaram em
unisono: ONDE?
A esconderemos dentro deles mesmos. Estarao tao ocupados buscando-a fora, que nunca a encontrarao. Todos estiveram de acordo, e desde entao tem sido asim, o homem passa a vida buscando a felicidade sem saber que a traz consigo.
Historia perteneciente al libro "El Silencio de la Tierra - Historias de Luz y Sabiduría"
Traduzida por Jaciara B. Basso
Este é um espaco, que finalmente criei coragem de comecar a construir para poder expressar e dividir meu conhecimento, minhas buscas, meus achados na jornada pelo crescimento emocional e espiritual. Faco minhas as palavras de um blog do qual sou fã: "Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culta. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo e no seu coração."
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Oracao Irlandesa
Que as gotas da chuva molhem suavemente o seu rosto,
Que o vento suave refresque seu espírito,
Que o sol ilumine seu coração,
Que as tarefas do dia não sejam um peso nos seus ombros,
E que Deus envolva você no manto do Seu amor.
***
Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos.
E até que nos encontremos de novo...
Que Deus guarde você na palma da Sua mão.
Que o vento suave refresque seu espírito,
Que o sol ilumine seu coração,
Que as tarefas do dia não sejam um peso nos seus ombros,
E que Deus envolva você no manto do Seu amor.
***
Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos.
E até que nos encontremos de novo...
Que Deus guarde você na palma da Sua mão.
domingo, 31 de julho de 2011
Me Declaro Vivo!
Poema escrito pelo índio ”Chamalú” da tribo Quéchua.
Este texto aplica-se a qualquer campo de reflexão, de qualquer cultura, crença ou religião.
Encantador e atual, nos desperta para a essência do verdadeiro, da harmonia e da importância do ser.
Luis Ernesto Espinoza – “Chamalú” é seu nome espiritual – nasceu na Bolívia e é considerado educador e terapeuta da alma.
Saboreio cada momento.
Antigamente me preocupava
quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço
para ser bem educado,
alguém sempre me difamava.
¡Como agradeço a essas pessoas,
que me ensinaram que a
vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante,
atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.
Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me,
se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,
que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido,
sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante
que apenas o Amor
inspire as nossas ações.
Anseio que descubras
a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa,
o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos
que as coisas sejam maiores do que nós,
o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejemos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.
Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura
que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza
contra a infelicidade que prolifera,
infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas
com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas,
que a ternura espontânea as incomoda,
e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas….
DECLARO-ME VIVO!
Este texto aplica-se a qualquer campo de reflexão, de qualquer cultura, crença ou religião.
Encantador e atual, nos desperta para a essência do verdadeiro, da harmonia e da importância do ser.
Luis Ernesto Espinoza – “Chamalú” é seu nome espiritual – nasceu na Bolívia e é considerado educador e terapeuta da alma.
Saboreio cada momento.
Antigamente me preocupava
quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço
para ser bem educado,
alguém sempre me difamava.
¡Como agradeço a essas pessoas,
que me ensinaram que a
vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante,
atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.
Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me,
se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,
que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido,
sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante
que apenas o Amor
inspire as nossas ações.
Anseio que descubras
a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa,
o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos
que as coisas sejam maiores do que nós,
o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejemos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.
Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura
que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza
contra a infelicidade que prolifera,
infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas
com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas,
que a ternura espontânea as incomoda,
e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas….
DECLARO-ME VIVO!
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