Este é um espaco, que finalmente criei coragem de comecar a construir para poder expressar e dividir meu conhecimento, minhas buscas, meus achados na jornada pelo crescimento emocional e espiritual. Faco minhas as palavras de um blog do qual sou fã: "Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culta. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo e no seu coração."
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Biscoitos roubados
Certo dia, uma moça estava a espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos.
Então, ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem.
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou para si: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse..."
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou:
"O que será que o abusado vai fazer agora? Então, o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela, o seu pacote de biscoito estava ainda intacto, dentro de sua bolsa.
Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, ao passo que isto a deixara muito transtornada.
Em nossas vidas, por vezes, estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência de que quem está errado somos nós."
Desconheco o autor
domingo, 14 de agosto de 2011
Homenagem ao Pai que ja partiu
Lembranças do meu pai
Laura Limeira
Era agosto...
Segundo dia de domingo
Céu azul-clarinho
Sol brilhante, amarelinho
Uma canção ouvia-se pela casa
Do papai entoando versos de carinho
Era agosto...
Segundo domingo, Dia dos Pais
Em casa, era tudo alegria
Presentes eram comprados às escondidas
Escolhidos a dedo e especialmente
Para o papai, naquele dia...
Hoje também é agosto...
Segundo domingo, Dia dos Pais
O céu continua azul-clarinho
O sol brilhante, amarelinho
Mas em lugar daquela canção em versos
Ouço apenas meu soluçar baixinho
E nesse domingo de agosto
Quando sentir a dor da sua ausência
Olharei sua fotografia e o verei sem véus
E não haverá presentes, nem o ouvirei cantarolar versos
Mas sorriremos juntos no encontro da mesma saudade
Quando orarmos juntos o "Pai nosso, que estás no céu..."
Por isso, penso com convicção...
Não importa quem meu pai tenha sido
Sinto sua falta, desde a benção ao simples "oi"
Independente de ter sido um pai perfeito, ou não
Porque nem sempre a perfeição justifica o homem
O que interessa é a minha lembrança de quem ele foi.
Laura Limeira
Era agosto...
Segundo dia de domingo
Céu azul-clarinho
Sol brilhante, amarelinho
Uma canção ouvia-se pela casa
Do papai entoando versos de carinho
Era agosto...
Segundo domingo, Dia dos Pais
Em casa, era tudo alegria
Presentes eram comprados às escondidas
Escolhidos a dedo e especialmente
Para o papai, naquele dia...
Hoje também é agosto...
Segundo domingo, Dia dos Pais
O céu continua azul-clarinho
O sol brilhante, amarelinho
Mas em lugar daquela canção em versos
Ouço apenas meu soluçar baixinho
E nesse domingo de agosto
Quando sentir a dor da sua ausência
Olharei sua fotografia e o verei sem véus
E não haverá presentes, nem o ouvirei cantarolar versos
Mas sorriremos juntos no encontro da mesma saudade
Quando orarmos juntos o "Pai nosso, que estás no céu..."
Por isso, penso com convicção...
Não importa quem meu pai tenha sido
Sinto sua falta, desde a benção ao simples "oi"
Independente de ter sido um pai perfeito, ou não
Porque nem sempre a perfeição justifica o homem
O que interessa é a minha lembrança de quem ele foi.
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