segunda-feira, 19 de setembro de 2011

AS INSTRUÇÕES


Um dia pedi a DEUS instruções para viver na terra.
DEUS encostou a sua boca ao meu ouvido e disse:


Sê como o Sol! Levanta-te cedo e não te deites tarde!
Sê como a lua, brilhe na obscuridade!

Porém submete-te à luz principal!
Sê como os pássaros! Come, bebe, canta e vôa!
Sê como as flores! Enamoradas pelo sol, porém fiéis às suas raízes
Sê obediente e fiel ao teu DEUS!
Mais do que os animais de estimação são ao seus donos!
Sê como a fruta! Bela por fora e saborosa por dentro
Sê como o dia! Que chega e parte, sem querer dar nas vistas!
Sê como o oasis! Dá a tua água ao sedento!
Sê como a água! Boa e transparente!
Sê como o rio! Caminha e dá caminho!
E acima de tudo, sê como o céu, A MORADA DE DEUS!
Tu és o nosso DEUS. Nos ensina a fazer a Tua vontade, que o Teu bondoso espírito nos guie pelos caminhos retos!

Salmo 143:10
Senhor, não permitas que me deixe ficar onde estou! Ajuda-me Senhor, a chegar onde Tu esperas que eu chegue!
autor desconhecido

sábado, 17 de setembro de 2011

LIÇÕES DE VIDA


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas tão rapidamente.

Assim, ele os enviou com uma tarefa, um a um, para ir a uma pereira que estava a uma grande distância.

O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo no outono.

Quando todos tinham ido e voltado, ele os chamou juntamente para que descrevessem o que tinham visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, curvada e torcida. O segundo filho disse que não, que estava coberta de botões verdes e cheia de promessa.

O terceiro filho discordou, ele disse que estava carregada com flores que cheiravam tão bem e eram tão bonitas. Isto foi a coisa mais graciosa que jamais vira.

O último filho discordou de todos, ele disse que era madura, e inclinada por causa das frutas, cheia de vida e realização.

O homem então explicou para seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles viram apenas uma estação da vida da árvore. Ele falou-lhes que uma pessoa não pode julgar uma árvore ou uma pessoa através de apenas uma estação, e que a essência daquilo que eles são, e o prazer e amor que vem daquela vida pode apenas ser medida no final, quando todas as estações se passaram.

Se você desiste quando ainda é inverno, você perderá a promessa da sua primavera, a beleza do seu verão, a plenitude do seu outono.

Não deixe que o sofrimento de uma estação destrua a alegria de todo o resto.

Não julgue uma vida através de uma estação difícil.

Persevere através dos trechos difíceis e tempos melhores certamente virão em breve ou um pouco mais tarde.

Deixe Deus guiar você através das estações da vida.

Ele conhece o melhor caminho por onde conduzi-la à sua Plenitude.

Autor desconhecido

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O paradoxo do nosso tempo

Recebi muitas vezes parte deste texto atraves de amigas, por email. Infelizmente ele estava atribuído ao autor errado, e incompleto. Graças ao Google, descobri que o texto é do Dr. Bob Moorehead, pastor de uma igreja em Seattle, EUA. Abaixo, a tradução para o texto, que aparece em Words Aptly Spoken, por ele publicado em 1995.


Nós temos prédios mais altos mas paciência mais curta; rodovias mais largas mas pontos de vista mais estreitos; nós gastamos mais mas temos menos; nós compramos mais mas aproveitamos menos as coisas; nós temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; nós temos mais diplomas mas menos bom-senso; mais sabedoria mas menos juizo; mais especialistas, mas ainda mais problemas; mais engenhocas mas menos satisfação; mais remédios, mas menos bem-estar; nós tomamos mais vitaminas mas vemos menos resultados. Nós bebemos demais; fumamos demais; gastamos inconseqüentemente; rimos muito pouco; dirigimos rápido demais; ficamos bravos demais rápido demais; ficamos acordados até tarde; acordamos muito cansados; lemos raramente; assistimos muita televisão e rezamos muito raramente.

Nós multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nosso valores; nós voamos em aviões mais rápidos para chegarmos lá mais rápido, para fazermos menos e voltarmos mais cedo; nós assinamos mais contratos só para percebermos menos lucros; nós falamos demais; amamos muito raramente e mentimos demais. Nós aprendemos a sobreviver, mas não a viver; nós acrescentamos anos às nossas vidas, mas não vida aos nossos anos. Nós já chegamos até a Lua e voltamos, mas temos dificuldades em atravessarmos a rua e conhecer o novo vizinho. Nós conquistamos o espaço sideral, mas não o espaço pessoal; nós fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores; nós limpamos o ar, mas poluímos a alma; nós fissionamos o átomo, mas não nosso preconceito; nós escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas conquistamos menos; fazemos aviões mais rápidos, mas filas mais longas; aprendemos a apressar, mas não a esperar; temos mais armas, mas menos paz; salários mais altos, mas menos moralidade; mais festas, mas menos diversão; mais comida, mas menos contentamento; mais conhecidos, mas menos amigos; mais esforço, mas menos sucesso. Nós montamos mais computadores para armazenarmos mais informação, para produzirmos mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos; dirigimos carros menores que tem problemas maiores; construímos fábricas maiores que produzem menos. Nós nos tornamos grandes em quantidade, mas pequenos em qualidade.

Estes são os tempos de comidas rápidas e digestão lenta; homens altos, mas de pouco caráter; lucros profundos, mas relacionamentos superficiais. Estes são os tempos de paz mundial, mas guerra doméstica; mais lazer e menos diversão; mais postagem, mas correio mais lento; mais tipos de comida, mas menos nutrição. Estes são os dias de dois salários, mas mais divórcios; estes são os tempos de casas mais chiques, mas lares despedaçados. Estes são os dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, vidas padronizadas, morais para se jogar fora, das rapidinhas, corpos obesos e pílulas que fazem tudo, desde animar, prevenir, enquietar e matar. É um tempo quando há muito na vitrine e nada no estoque. Realmente, estes são os tempos.