quarta-feira, 14 de março de 2012

A Obesidade Mental - Andrew Oitke


O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.

Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.

«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.

Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»

Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.

As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.

Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.

Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.

Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»

O problema central está na família e na escola.

«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.

Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas.

Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»

Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:

«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.

A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»

O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.

«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»

Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.

«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.

Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.

Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.

Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.

Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».

As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.

«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.

A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.

Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.

Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam.

É só uma questão de obesidade.

O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.

O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.

Precisa sobretudo de dieta mental.»

sábado, 10 de março de 2012

Vale a pena ler…..

Desconheço o autor
O Lapis:

O menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:

http://4.bp.blogspot.com/_ptV5f1ezASc/ShM6jb8J6HI/AAAAAAAABVc/jg7HRX4NsYo/s400/av%C3%B41
- Vovô, você está escrevendo algo sobre mim? O avô sorriu,
e disse ao netinho:
- Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais
importante do que as palavras que estou escrevendo, é este
lápis que estou usando. Espero que você seja como ele,
quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial,
intrigado, comentou:
- Mas este lápis é igual a todos os que já vi. O que ele tem
de tão especial?
- Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades
nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem
e em paz com o mundo – respondeu o avô.

- Primeira qualidade: Assim como o lápis, você pode fazer coisas
grandiosas, mas nunca se esqueça que existe uma “mão” que guia
os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade:
a mão de Deus.
http://2.bp.blogspot.com/_PhIrfArXJnU/TSU7owxjprI/AAAAAAAAABE/b6wO77Jnsq8/s1600/a-lapis2.jpg
-Segunda qualidade: Assim como o lápis, de vez em quando você
vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um “apontador”.
Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final,
ele se torna mais afiado. Portanto,
saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você
uma pessoa mais forte e melhor.
http://3.bp.blogspot.com/_f-fxQd6xc-c/S46XGutE3VI/AAAAAAAAH8Q/w07C1LMVQuo/s400/apontador.jpg
- Terceira qualidade: Assim como o lápis, permita que se
apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que
fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante
para nos trazer de volta ao caminho certo.
http://grupojovempara.com/site/wp-content/uploads/2010/12/la-300x215.jpg
- Quarta qualidade: Assim como no lápis, o que realmente importa
não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está
dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece
dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante
que a sua aparência.
http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTtVVzglg4N6DcJ057-kY_wcsqPzz3hgvzPFkUSP6a8X6H0bwtN0A
- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará
traços e marcas nas vidas das pessoas, podem ser marcas profundas
de sofrimento ou marcas de alegria. Procure ser consciente de cada ação,
deixando um legado que marque positivamente a vida das pessoas.
Nas falhas, procure a reparação e o perdão de quem voce tenha magoado.
http://www.sitedefotos.com.br/sitesfotos/2007/06/arte-com-lapis.jpg

sexta-feira, 9 de março de 2012

Sexo frágil? Onde? Dia Internacional da Mulher

Postando este lindo texto de novo, que nao entendo

como, mas sumiu!!!!!!!!


Mulher

Tem sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias

convertem-se em anos…


Mas o que é importante não muda;


a tua força e convicção não têm idade.


O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha

de chegada, há uma de partida.


Atrás de cada conquista, vem um novo desafio. Enquanto estejas viva,

sente-te viva.


Se sentes saudades do que fazias, volta a fazé-lo. Não vivas de fotografias

amarelecidas…


Continua, quando todos esperam que desistas. Não deixes que enferruje


o ferro que existe em ti. Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.


Quanto não consigas correr através dos anos, trota. Quando não consigas

trotar, caminha.


Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.


Mas nunca te detenhas!!!


Madre Teresa de Calcutá